• REDAÇÃO GM Brasil Notícias

Diretor do Butantan prestou depoimento à CPI da Pandemia


O diretor do Instituto Butantan, Dimas Tadeu Covas, prestou nesta quinta-feira (27) seu depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia no Senado Federal.


Diversos senadores de oposição já taxam o depoimento como uma prova da suposta negligência do Governo Federal, sem, porém, apresentar provas.


Dimas Covas chegou a afirmar indiretamente que apesar da emergência de saúde, o governo chinês coloca outras pautas acima das tratativas dos insumos, boicotando assim a produção da Coronavac no Brasil.


O diretor do Butantan culpa o governo Bolsonaro e não o Partido Comunista Chinês, que usa dos insumos (ingrediente farmacêutico ativo-IFA) como moeda de troca pelo silêncio e o fim das críticas contra o regime ditatorial e sua política internacional de domínio.


Segundo ele, manifestações não favoráveis ao país estariam causando “o problema”.


O assunto esteve na pauta do Boletim da Noite desta quinta-feira (27). O jornalista convidado do Terça Livre, Polibio Braga, analisou o cenário da CPI no Senado Federal.


“Essa CPI é mais uma ferramenta nessa escalada que vem acontecendo desde o início do governo Bolsonaro, no sentido de tentar enquadrar o presidente, é mais uma escalada. Isso já vem praticamente desde o primeiro dia”, analisou.


“É bom que as pessoas compreendam bem isso, o objetivo final dessa CPI, que é dominada por um pessoal que eu chamo de “eixo do mal”, o objetivo final deles é prejudicar o governo Bolsonaro, não tenho a menor dúvida a respeito disso, esse é o objetivo”, continuou.


O jornalista, com mais de 50 anos de profissão, ainda relembrou que Jair Bolsonaro foi eleito com o apoio popular, que pede mais qualidade nos serviços públicos.


“Então nós conseguimos grandes vitórias desde 2015, quando fomos para as ruas. Desde aquela época, o que nós conseguimos de básico? Primeiro nós conseguimos derrubar a Dilma Rousseff, depois conseguimos colocar o Lula na cadeia, e por último, a vitória das vitórias, elegemos o presidente Bolsonaro”, pontuou.


Para Polibio Braga, Bolsonaro se elegeu pois foi um candidato que se comprometeu com as pautas “das ruas.”


“Quais foram elas? Basicamente duas, uma no plano social, que é o restabelecimento dos princípios da moralidade e da legalidade, isso fica bem claro, de dois anos e meio até hoje, aqueles espetáculos de depravação que nós víamos na Rede Globo, nos teatros, no cinema, na rua, acabou aquela farra. Esse governo está trabalhando pelo restabelecimento dos princípios da moralidade e legalidade.”


“O segundo ponto foi na área econômica, um trabalho por um ajuste fiscal, por um controle das contas públicas que possa nos levar a retomada do desenvolvimento econômico de modo sustentável”, completou.

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