• REDAÇÃO GM Brasil Notícias

Comissão do voto impresso trabalha para aprovar a medida até julho


O deputado Filipe Barros (PSL/PR), relator da Comissão Especial destinada a analisar a PEC (135/19) do voto impresso, apresentou o plano de trabalho da Comissão. O colegiado deve realizar pelo menos seis audiências públicas para discutir a possibilidade de introdução do voto auditável já nas eleições de 2022. A PEC em análise estabelece que após a votação na urna eletrônica um comprovante impresso deve ser emitido para confirmar os dados registrados.


Segundo o plano de trabalho da comissão, devem ser chamadas autoridades que participaram da implementação da urna eletrônica, além de auditores e analistas independentes, representantes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), especialistas em criptografia e segurança cibernética e ex-ministros do TSE.


O relator da comissão espera analisar a matéria em plenário até julho. “Recomendamos enfrentar a matéria de forma objetiva para que votemos o parecer neste colegiado, ou seja, no plenário da Câmara até o fim de julho. Haja vista que a matéria exigirá o pronunciamento do plenário da Câmara dos Deputados, em dois turnos, e do Senado Federal.”


A autora da PEC, deputada Bia Kicis, lembrou a importância da aprovação do Projeto. Segundo ela, a proposta irá conferir maior segurança aos eleitores com os votos depositados na urna.


O assunto foi debatido no Boletim da Manhã de hoje. Para o analista político e fundador do Terça Livre, Italo Lorenzon, a adoção do voto impresso traz segurança à democracia brasileira. “ É urgente ter esse mecanismo de auditoria nas eleições. Um mecanismo que seja acessível ao entendimento do homem médio. […] a questão é ter um fator de comparação entre dados. […] De um lado você tem a celeridade da urna eletrônica, e do outro você tem a segurança de ter o voto físico registrado”, disse.

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