• REDAÇÃO GM Brasil Notícias

Com a fronteira reaberta, comércio de Puerto Iguazú está longe de sentir os efeitos

Com a quantidade de documentos e burocracia exigida, turistas não se animam em atravessar a Ponte da Fraternidade e movimento segue baixo.






Já se passaram dez dias desde que a fronteira terrestre com a Argentina foi reaberta, mas no comércio de Puerto Iguazú, os efeitos dessa reabertura ainda não foram sentidos. É como se a situação não tivesse mudado, de tão baixo que segue o movimento pela cidade argentina.


Isso porque, a burocracia e exigência para atravessar a Ponte Tancredo Neves é tanta, que desanima o turista a fazer compras e apreciar a gastronomia do outro lado da fronteira.


São exigidos dois testes de Covid-19, o RT-PCR que pode levar pronto do Brasil com validade de três dias da realização (é o teste do cotonete no nariz) e na aduana é feito um outro teste, o teste rápido de antígeno, feito com coleta de sangue. Esse último passou a ser gratuito.


Os resultados dos dois, evidentemente, precisam dar negativos. Além disso, o viajante precisa apresentar um comprovante de vacinação completa contra a Covid-19, com as duas doses. Uma declaração de entrada no país também precisa ser feita e pode ser preenchida pela internet, clicando aqui.


Na saída do país, quando retornar ao Brasil, também será exigido, então deve ser feito em duas vias. E deve ter em mãos o documento de identidade RG, já que não é mais aceita a carteira de motorista.


De acordo com uma portaria publicada no Diário Oficial da União, só podem entrar no Brasil por rodovias e outros meios terrestres, estrangeiros de cidades-gêmeas nas fronteiras, como é o caso de Foz do Iguaçu e Puerto Iguazú e Foz do Iguaçu e Ciudad del Este, desde que haja reciprocidade entre os dois países.


Como brasileiros estão autorizados a entrar na Argentina, então os argentinos residentes em Puerto Iguazú podem entrar no Brasil, já os de outras regiões seguem proibidos.

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