• REDAÇÃO GM Brasil Notícias

Bolsonaro e Filipe Barros apresentam provas de violação no TSE; Assistam "Os Pingos Nos Is"


Relatório presente em inquérito da PF ainda não finalizado mostra confissão de que houve invasão e TSE eliminou registros


Em entrevista no programa Pingos nos Is, da Jovem Pan, o presidente Jair Bolsonaro, juntamente com o deputado Filipe Barros, apresentaram um relatório de inquérito da Polícia Federal feito com base em documentos internos do próprio Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que comprova a violação do sistema eleitoral por um hacker.


A partir de documento oficial, o deputado apresentou a prova de que o órgão apagou o histórico de invasão no sistema do TSE. A informação foi apresentada com um documento oficial e aponta que logs do Tribunal foram apagados. Segundo informações do inquérito da PF, o hacker teria roubado o código fonte das urnas eletrônicas.


Relatório presente em inquérito da PF ainda não finalizado mostra confissão de que houve invasão e TSE eliminou registros


Em entrevista no programa Pingos nos Is, da Jovem Pan, o presidente Jair Bolsonaro, juntamente com o deputado Filipe Barros, apresentaram um relatório de inquérito da Polícia Federal feito com base em documentos internos do próprio Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que comprova a violação do sistema eleitoral por um hacker.


A partir de documento oficial, o deputado apresentou a prova de que o órgão apagou o histórico de invasão no sistema do TSE. A informação foi apresentada com um documento oficial e aponta que logs do Tribunal foram apagados. Segundo informações do inquérito da PF, o hacker teria roubado o código fonte das urnas eletrônicas.

"Queiram provas? Aí estão as provas", disse Bolsonaro ressaltando que foram assinadas pelo próprio servidor do TSE, que coincidentemente ou não, pediu exoneração há poucas semanas, segundo informou o presidente. Bolsonaro disse que irá disponibilizar o acesso público aos documentos.


"O hacker entrou no coração do sistema", resumiu o presidente, que salientou ainda as falas do ministro e atual presidente do TSE, Luiz Roberto Barroso, acusando-o de mentir sobre a segurança das urnas. Segundo Bolsonaro, o minstro Barroso sabe das fragilidades do sistema.


"O fato é um. É possível invadir. Dizer que as urnas são invioláveis é fake news", afirmou o deputado Filipe Barros.


De acordo com informações do portal R7, que teve acesso ao inquérito, a invasão do sistema do TSE, em abril de 2018, teria sido muito maior do que se pensava. Embora o inquérito ainda não tenha sido finalizado, ele informa que houve acesso e roubo de diversos tipos de informações a partir da invasão de muitos computadores do tribunal.


Segundo os dados do inquérito, a primeira invasão teria sido percebida no dia 20 de abril e foi detectada pela equipe do Tribunal Regional de Pernambuco. Mas o ataque teria se iniciado no dia 18 daquele mês e teria ido até o dia 21. A invasão e o escaneamento de dados seguiram ainda para os TREs do Acre, Pará, Ceará, Bahia e Paraíba.


Relatório presente em inquérito da PF ainda não finalizado mostra confissão de que houve invasão e TSE eliminou registros


Em entrevista no programa Pingos nos Is, da Jovem Pan, o presidente Jair Bolsonaro, juntamente com o deputado Filipe Barros, apresentaram um relatório de inquérito da Polícia Federal feito com base em documentos internos do próprio Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que comprova a violação do sistema eleitoral por um hacker.


A partir de documento oficial, o deputado apresentou a prova de que o órgão apagou o histórico de invasão no sistema do TSE. A informação foi apresentada com um documento oficial e aponta que logs do Tribunal foram apagados. Segundo informações do inquérito da PF, o hacker teria roubado o código fonte das urnas eletrônicas. "Queiram provas? Aí estão as provas", disse Bolsonaro ressaltando que foram assinadas pelo próprio servidor do TSE, que coincidentemente ou não, pediu exoneração há poucas semanas, segundo informou o presidente. Bolsonaro disse que irá disponibilizar o acesso público aos documentos.

"O hacker entrou no coração do sistema", resumiu o presidente, que salientou ainda as falas do ministro e atual presidente do TSE, Luiz Roberto Barroso, acusando-o de mentir sobre a segurança das urnas. Segundo Bolsonaro, o ministro Barroso sabe das fragilidades do sistema.

"O fato é um. É possível invadir. Dizer que as urnas são invioláveis é fake news", afirmou o deputado Filipe Barros. De acordo com informações do portal R7, que teve acesso ao inquérito, a invasão do sistema do TSE, em abril de 2018, teria sido muito maior do que se pensava. Embora o inquérito ainda não tenha sido finalizado, ele informa que houve acesso e roubo de diversos tipos de informações a partir da invasão de muitos computadores do tribunal.

Segundo os dados do inquérito, a primeira invasão teria sido percebida no dia 20 de abril e foi detectada pela equipe do Tribunal Regional de Pernambuco. Mas o ataque teria se iniciado no dia 18 daquele mês e teria ido até o dia 21. A invasão e o escaneamento de dados seguiram ainda para os TREs do Acre, Pará, Ceará, Bahia e Paraíba. Com as revelações, o deputado Filipe Barros sugeriu que seja aberta uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a segurança do TSE. Já Bolsonaro, afirmou que nem deveria ter sido feito projeto de emenda à Constituição, mas o próprio TSE deveria tomar a iniciativa de investigar.

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