• REDAÇÃO GM Brasil Notícias

Atuação junto aos empregados garantiu à empresa o primeiro lugar no Prêmio Melhores


Práticas em Equilíbrio Trabalho-Família.


As ações da Itaipu Binacional para o enfrentamento à covid-19 junto aos seus empregados acabam de garantir à empresa o primeiro lugar no Prêmio Melhores Práticas em Equilíbrio Trabalho-Família, outorgado pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH). A premiação foi publicada no Diário Oficial da União de 24 de junho (https://www.gov.br/mdh/pt-br/navegue-por-temas/familia/premio-melhores-praticas-em-equilibrio-trabalho-familia-1a-edicao-1/PORTARIA_N__1.974__DE_22_DE_JUNHO_DE_2021___PORTARIA_N__1.974__DE_22_DE_JUNHO_DE_2021___DOU___Imprensa_Nacional.pdf).


Com o tema “Implementação de boas práticas que favoreçam o equilíbrio entre o trabalho e a família no contexto da pandemia de Covid-19”, a iniciativa teve como objetivo reconhecer as melhores práticas desenvolvidas por empresas privadas e estatais. Os critérios de avaliação incluíram criação de valor social, eficácia, inovação, possibilidade de ser replicado e voluntariedade.


Na Itaipu, desde o início da pandemia de covid-19, diferentes áreas da empresa vêm trabalhando em conjunto pela manutenção da saúde dos empregados, prezando também pelos índices de produtividade e gestão. Em março de 2020, antes mesmo da detecção do primeiro caso de covid-19 em Foz do Iguaçu, a diretoria-geral brasileira criou o Comitê Estratégico de Enfrentamento à Pandemia para discutir ações relacionadas ao novo coronavírus.


“Fizemos um esforço coletivo para que as atividades possíveis fossem adaptadas e cumpridas remotamente, e estamos sempre atentos ao cumprimento das medidas protetivas”, afirmou a superintendente de Recursos Humanos, Ivone Nagamatsu. “O RH participou de boa parte dessas ações, mas o que vimos foi uma mobilização da empresa como um todo”, completou.


Entre as diversas premissas estabelecidas pelo Comitê Covid-19, foram destacados pelo prêmio a liberação de empregados para home office, a criação da Central Covid, e as ações de comunicação, orientação e suporte emocional aos empregados e familiares.


No caso do home office, houve uma busca constante da manutenção do nível de serviços em todos os processos corporativos, conciliando questões de procedimentos que podiam ou não ser realizados a distância, e uma flexibilidade a mobilizações ou desmobilizações das equipes em trabalho presencial e remoto.


A empresa decidiu pela extensão do trabalho em home office para os empregados responsáveis por crianças menores de 14 anos e que estavam em recesso escolar. A mesma medida incluiu pais de crianças com deficiência, mulheres gestantes e lactantes – entre outros classificados dentro dos grupos de risco.

Porém, diversos empregados tiveram que continuar a comparecer presencialmente ao trabalho, devido às funções desempenhadas. Para esses casos, foram distribuídas máscaras, face shield e álcool gel; as mesas foram realocadas, permitindo maior espaçamento entre os colegas; cuidados com a limpeza de salas, mesas e veículos foram redobrados; e os empregados passavam diariamente por exames de temperatura e, sempre que necessário, por outros exames e testes.


A preocupação com a transparência e o compartilhamento de informações também foi grande. Os empregados que tinham dúvidas sobre o coronavírus e a covid-19 podiam entrar em contato com a central de atendimento criada especificamente para esclarecimentos, a Central Covid. O serviço continua disponível no ramal 5000 (horário comercial).


Para que os empregados também tivessem conhecimento de todas as medidas tomadas pela Itaipu em relação ao combate à pandemia, foi criado também o Informe Covid. O informativo, além de temas sobre procedimentos (distribuição de máscaras, frequência em home office, registro de vacinados, etc.), também visou a sensibilização dos empregados pela prevenção e cuidado com o vírus. Além do envio do comunicado por e-mail, as informações foram divulgadas no JIE e no Painel da Vida, na intranet.


Foram realizadas testagens, medições de temperatura, distribuições constantes e robustas de equipamentos de proteção individual, além da instalação de equipamentos de proteção coletiva nas dependências da empresa (higienização de ambientes e transportes, políticas de distanciamento em refeitórios, instalação de barreiras físicas e limitação de pessoas em ambientes menores).


O trabalho de todas as áreas da empresa, atuando de forma integrada, foi fundamental para essa conquista. Desde as alterações na forma de atender ao público, limpar ambientes, transportar os empregados, até a disponibilização de tecnologias que permitissem a realização de trabalho remoto e reuniões virtuais, o que se viu uma mobilização geral que permitiu à Itaipu continuar desempenhando suas atividades, sem que isso prejudicasse a saúde dos empregados e seus familiares.


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