• REDAÇÃO GM Brasil Notícias

‘Aqui não tem partido, aqui queremos o direito da Constituição, das quatro linhas, mais nada’, diz c


O Grupo Mundial fez a cobertura da manifestação deste 7 de setembro em alusão à Independência do Brasil e pelas liberdades e conseguiu conversar com Ronaldo, o primeiro caminhoneiro a entrar na Esplanada dos Ministérios. Ele ressaltou que a intenção das pessoas que estavam ali era se manifestar pacificamente e dentro das regras da Constituição Federal (CF).


Desfazendo as mentiras divulgadas na grande imprensa, ele explicou que não invadiu o Eixo Monumental e quando adentrou com o caminhão, já havia outros cidadãos que a pé se encaminhavam para o local, além de explicar que não defendem nenhum ato de violência e que vá de encontro à CF.


“Eu estava no Parque Leão, vim me manifestar pacificamente, mas vinha mais à noite. Tinha pessoas que estavam aqui, a população a pé ficou emocionada ao ver meu caminhão e começaram a me chamar: ‘vem motorista’. Nisso vieram mais quatro caminhões atrás de mim, tinha mais um cara na caminhonete, romperam a barreira e conseguimos chegar aqui embaixo”, explicou o caminhoneiro.


Ronaldo também explicou que não é organizador de nenhum movimento que congregue ou represente os caminhoneiros, afirmando que conhece Zé Trovão “de nome”, e que os colegas de profissão presentes nos atos de 7 de setembro são voluntários, unicamente com a intenção de apoiar o povo brasileiro na luta pelo cumprimento da Constituição. Ele disse também não conseguir informar se os caminhões ficarão estacionados no local outros dias da semana ou se haverá dispersão já nesta terça-feira.


“Eu estou me sentindo massacrado, vim sem condição e estou aqui recebendo o apoio da família brasileira, pessoas de bem que estão aqui, este caminhão aqui do lado veio com três crianças, não não queremos agredir aqueles policiais que estão ali”, disse se referindo aos homens que fazem a segurança em frente ao Congresso Nacional.


O caminhoneiro também mencionou que ninguém esteve em Brasília para defender bandeiras que sejam contrárias à CF, já que a intenção deles é chamar a atenção para o cumprimento do que está escrito na Carta Magna.


“Quero a paz, a harmonia dos Poderes, eles é que não querem. Sou um humilde motorista, qualquer criança sabe, chega de canalhice, a hora é agora ou nunca mais, se manifestem ou calem-se para sempre. Aqui não tem partido, aqui queremos o direito da Constituição, das quatro linhas, mais nada”, finalizou.

15 visualizações0 comentário
Logo_Rádio_Mundial.png